segunda-feira, agosto 24, 2009

Amor...

A quoi ça sert l'amour?
On raconte toujours
Des histoires insensées.
A quoi ça sert d'aimer?

L'amour ne s'explique pas!
C'est une chose comme ça,
Qui vient on ne sait d'où
Et vous prend tout à coup.

Moi, j'ai entendu dire
Que l'amour fait souffrir,
Que l'amour fait pleurer.
A quoi ça sert d'aimer?

L'amour ça sert à quoi?
A nous donner d' la joie
Avec des larmes aux yeux...
C'est triste et merveilleux!

Pourtant on dit souvent
Que l'amour est décevant,
Qu'il y en a un sur deux
Qui n'est jamais heureux...

Même quand on l'a perdu,
L'amour qu'on a connu
Vous laisse un goùt de miel.
L'amour c'est éternel!

Tout ça, c'est très joli,
Mais quand tout est fini,
Il ne vous reste rien
Qu'un immense chagrin...

Tout ce qui maintenant
Te semble déchirant,
Demain, sera pour toi
Un souvenir de joie!

En somme, si j'ai compris,
Sans amour dans la vie,
Sans ses joies, ses chagrins,
On a vécu pour rien?

Mais oui ! Regarde-moi!
A chaque fois j'y crois
Et j'y croirai toujours...
Ça sert à ça, l'amour!
Mais toi, t'es le dernier,
Mais toi, t'es le premier!
Avant toi, 'y avait rien,
Avec toi je suis bien!
C'est toi que je voulais,
C'est toi qu'il me fallait!
Toi qui j'aimerai toujours...
Ça sert à ça, l'amour!

sexta-feira, agosto 21, 2009

Tempo...

Sentada naquela cadeira desconfortável, perto de dezanas de pessoas que não conhecia...
Pus-me a pensar...
"O que aconteceu com a minha vida?"

Olhava em volta, todos eram muito mais velhos que eu. Poderiam ser meus avôs e avós.
Eles me fitavam, e pareciam se perguntar: "O que ela faz aqui? É nova demais."
Confesso que me senti constrangida.

Depois de alguns minutos alguém me chamou... "Sra. Monique Rodrigues, Sala A1".

Entrei na sala. Um médico que já sabia parte do histórico olha para mim sem dizer muita coisa.
Na verdade ele não disse nada! Mal olhou os exames, e me mandou sair e esperar.
Esperar, esperar... Inferno!
Esperei apenas para que me mandassem voltar só dia 1° de setembro. Como se a morte fosse esperar a boa vontade deles.

Saí mais irritada do que nunca.

Na volta para casa, fiquei pensativa (novidade!)...
Sinto falta de onde morava. De ter companhia. Sinto falta de andar de mãos dadas.
Tinha esquecido como a solidão é amarga, ainda mais quando você está literalmente na 'mierda'.

Maldita insônia!
Dormir as 4, 5 ou 6 horas da manhã virou rotina.
Entre músicas, janelas de MSN abertas (ou apenas uma), Orkut... Vou tentando esquecer.
Mas quando coloco a cabeça no travesseiro, ele me faz questão de lembrar que não vivo em nenhum 'conto de fadas', que nunca vivi.

Como é não ter problemas?
Como é não ter que rabiscar os dias em um calendário como uma contagem regressiva?
Como é não estar sozinha?

Olhem para mim! E parem de achar que sou uma fortaleza!
Apenas sigo a risca aquele velho ditado: "É melhor rir do que chorar."

Então... Sorria! (mesmo que esteja com a alma 'em pedaços').

=D

terça-feira, agosto 11, 2009

Sonhos...

Essa não é a forma como imaginei começar esse Blog (mais um Blog). Pensei em escrever coisas sobre a minha infância, sobre minha adolescência, sobre os amores e ilusões. Pensei em ‘falar’ das idéias que fui deixando ao longo do tempo, de como acabei transformando-me, internamente, em algo que não queria para mim.
Acho melhor escrever o que vier a mente, sem mais tardança...


Sinto-me vazia e assustada.
Parece que há uma espécie de dor no meu riso. Não consigo explicar.
Não sou mais aquela menininha de 14 anos que corria para a rua para jogar bola... rss... Que via de longe sua mãe gritando: “Vamos entrar, está na hora!”
Também não sou mais aquela garotinha de 17 anos que achava que morreria de amor com a sua primeira grande decepção.
Vieram tantos momentos como esse, depois, e tão mais fortes que... Já não surtem o mesmo efeito.
É como se tivesse perdido aquela vontade de achar alguém para o resto dos meus dias. Não, eu não acredito mais nessas coisas.
Tão pouco sou a mulher de 21 anos que fazia planos e esboços de uma vida que nunca vai acontecer.

Vê?! Não me restou nada...
Nem esperanças, nem sonhos, nem amor...

E de tanto pensar, acabei adormecendo...

“Acordei como se estivesse saído de um efeito anestésico.
Estava em uma sala branca. Só havia eu e mais uma pessoa, que ao que parecia era uma enfermeira.
Em cima de uma bancada, avistei um bebê. Estava quase morto.
Cheguei bem próximo a ele, e vendo que não se mexia mais, caí em prantos segurando uma das suas mãozinhas. Foi quando ela abriu os olhos e sorriu.
Era uma menina. Linda! Com olhos amendoados e azuis, os cabelos dourados. Era um anjinho.

Como um flash de memória, ela cresceu...

Devia ter no máximo dois anos. Morávamos em uma casa enorme com vários cômodos, que ficava no segundo andar.
Ela corria pela casa tentando se esconder para que eu a encontrasse.
E em um momento, ela sumiu. Fiquei desesperada... Não a encontrava em lugar algum.
E como se estivesse em um sonho... Acordei.
Saí correndo e chorando desesperadamente por aquela casa imensa, até que em um dos quartos, lá estava ela.
Dormindo num sono profundo. Coloquei-a no meu colo com as lágrimas descendo sem cessar. Não cabia em mim de alívio, e com a cabeça dela deitada no meu ombro eu dizia: Amor, Graças a Deus... Você está aqui... Eu te amo, eu te amo muito!”


Foi apenas um sonho, que não saiu da minha cabeça durante todo o dia.
Eu sabia que no fundo esse ‘anjinho’ que apareceu para mim não era minha filha. Mas passei a ser sua mãe em algum momento.
Assim como será algum dia na minha realidade.

Sinto medo.


"... Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda."