“Raios, trovões e falta de luz. Fica comigo até passar?”
Silêncio.
Será que ele me lê? Ou já trocou de número? Ou então nem
abre as mensagens assim que vê o meu número?
Quem me vê assim nem reconhece a menina que trocou o
‘ironicamente’ por ‘platonicamente’.
Menina... Mulher... O que sou mesmo nesse momento?
E eu que achava que não sabia mais escrever em meio à felicidade, escrevi pra ti.
Presentes não entregues, cartas não enviadas, nenhum
contato. Nem um endereço ou sequer um telefone residencial. Nenhuma palavra...
Nada.
Não
Abdico
De
Acreditar
Não
Abdico
De
Acreditar
Acreditar em quê?
No destino? Num universo conspirador? Em mim ou em você? Nós?!
No destino? Num universo conspirador? Em mim ou em você? Nós?!
Saudade do nosso breve ‘nós’.
Naquele domingo de manhã, acordando ao lado daqueles
olhos castanhos eu poderia acreditar em qualquer coisa.
Até em que eu tinha me apaixonado perdidamente, platonicamente.
Até em que eu tinha me apaixonado perdidamente, platonicamente.
"..o afastamento no tempo engana o sentir da alma, tal como o afastamento no espaço ilude os sentidos do corpo." (MM, 2012)
ResponderExcluir[- programei isso para o meu blog, hoje.]