Ela mudou.
Agora gosta de sair, beber, ir a shows de rock e comida japonesa.
Veste xadrez, ama batom vermelho e unhas com a mesma cor.
Ainda tem medo, mas chora bem menos e esquece mais rápido.
Continua usando o riso como remédio, nem que seja pra enganar a doença.
Beijou sem paixão... E não gostou. Sem sal, sem açúcar.
Se sente só, porém quem se aproxima ela repele.
Contraiu o mal da descrença.
Troca de música predileta muitas vezes.
Olha pro espelho e se sente diferente. Mais velha, mais rubra, mais mulher, mais ela.
Agora gosta de sair, beber, ir a shows de rock e comida japonesa.
Veste xadrez, ama batom vermelho e unhas com a mesma cor.
Ainda tem medo, mas chora bem menos e esquece mais rápido.
Continua usando o riso como remédio, nem que seja pra enganar a doença.
Beijou sem paixão... E não gostou. Sem sal, sem açúcar.
Se sente só, porém quem se aproxima ela repele.
Contraiu o mal da descrença.
Troca de música predileta muitas vezes.
Olha pro espelho e se sente diferente. Mais velha, mais rubra, mais mulher, mais ela.
Quem vê de longe, acha confiante, mas nem sabe que ainda
se treme toda com primeiros encontros.
Ela não mudou.
Ela não mudou.
..e a gente agradece!
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